Dicas

    • Adaptação

      COMO AJUDAR SEU FILHO NO PROCESSO DE ADAPTAÇÃO

       

       Para a criança, entrar na escola é um desafio, algo excitante pelo novo a ser desvendado, mas também desconhecido, que traz, com certeza, inseguranças. Afinal, trata-se do começo da vida escolar de uma criança, de uma escola nova, de uma sala de aula desconhecida ou de um novo professor. Seja qual for à dimensão do elemento novo, é bom lembrar que a autoconfiança, a competência e a segurança surgem também de separações bem sucedidas e, como a escola é um dos primeiros lugares no qual essa experiência vai acontecer, vê-se a importância da adaptação e da orientação da família para viver tais situações.

       A seguir algumas informações importantes: 

      ·  A mãe deve sentir-se segura de deixar a criança na escola, ou seja, deve querer deixar a criança na escola;

      ·  A criança deve ser preparada para vir à escola sem longas explicações e quando ela voltar para casa evitem fazer muitas perguntas sobre seu dia. Permita que ela conte o que aconteceu quando tiver vontade, livremente;

      · A separação apesar de necessária é um processo doloroso tanto para criança como para mãe, mas é superado em pouco tempo;

      · Se os pais confiam na escola, sentirão segurança na separação e esse sentimento será transmitido à criança que que suportará melhor a nova situação;

      · O choro na hora da separação é frequente, mas nem sempre significa que a criança não queira ficar na escola. A mãe deve ser firme e positiva para que seu filho sinta segurança em ficar na escola;

      · A ausência de choro não significa que a criança não esteja sentindo a separação. Se o filho sai logo fazendo tchau é porque os pais o estão formando bem;

      · Os pais devem sempre dizer a verdade, nunca falar aquilo que não será feito. Nunca saia escondido do seu filho. Despeça-se naturalmente, com um beijo. Deixem mudanças na rotina de seu filho para depois do período da adaptação. Adiem a retirada da chupeta, da fralda ou da mamadeira, por exemplo;

      · Às vezes, seu filho pode apresentar algumas alterações físicas, como vômito, febre, diarréia, etc.

      Este é um momento importante na vida de seu filho, no qual o apoio e a compreensão na dose certa são essenciais para ajudá-los a adquirir  segurança, autonomia e independência.

      Estamos preparados para acolhê-lo com o carinho e dedicação que merece.

      Obrigada pela confiança depositada e por fazerem parte da “Família Bello Bambino”.

       
       
    • Como ensinar limite ao seu filho

       

      Seu filho grita, desobedece, faz birra... como lidar com tudo isso? Castigo? Combinados? Respire! Aqui você   vai descobrir o melhor caminho para educar sem estresse.

      Os pais precisam estar seguros de suas atitudes e saber que, sim, será preciso repetir muitas e muitas vezes a mesma mensagem ao filho, desde as questões simples (“agora é hora de dormir”) até as complexas (“você não deve mentir porque...”). Falar de novo e de novo faz parte do processo. As crianças testam o limite , desafiam , internalizam o que foi acordado pela repetição. Os pais não podem flexibilizar o que foi acordado só porque está ocupado ou com pressa. Quanto menor for a criança, mais ela precisa de um campo seguro. É preciso lembrar que, para os combinados funcionarem, é necessário que os pais conheçam o filho, o que só se consegue com muita conversa e convivência , dupla fundamental na criação e educação das crianças. As crianças aprendem conceitos pelo tom de voz e expressões faciais e não só por meio de linguagem.

      Para isso é preciso ... tempo junto!

      Na correria do dia a dia e os compromissos profissionais não devem ser escudos para esse convívio. “A família não pode esperar que o excelente motorista, a excelente babá e a excelente escola atuem como pais e mães. Isso nunca acontecerá e o abismo se mostrará. A falta do pai e da mãe pode ter muitos efeitos desastrosos em curto, médio e longo prazo. Quando o adulto está com a criança tem que explicar o que espera delas e porque certas atitudes não são toleradas.”

      Espalhar todos os brinquedos, pular no sofá, jogar bola dentro de casa... Diante de tal comportamento, a primeira pergunta que você deve fazer é: por que será que meu filho está agindo assim? Muitas vezes, é uma maneira de chamar a atenção dos adultos (ainda que seja para levar uma bronca), em outras, está somente se divertindo. Então ensine porque não deve fazer aquilo e pense em alternativas para suprir a necessidade de que a criança tem de brincar e receber afeto.

      Confira as dicas do que pode funcionar aí na sua casa e acalme o seu coração, você sabe (e o seu filho também) que dar limites e educar são atos de amor. Tenha isso em mente!

       

      • FASE A FASE

      É fundamental que os pais entendam e respeitem as descobertas de cada fase da infância. Respeitar as fases não significa ser permissivo nem deixar que os filhos se tornem os “reis da casa”. A criança deve entender que há coisas que fazemos porque gostamos e, outras, porque precisamos. É papel nosso explicar isso a elas e, quanto mais natural for a forma que os pais lidam com a situação, melhor.

       

      • SEM DIVERSÃO

      Deixar o seu filho durante um ou dois dias sem o brinquedo favorito dele pode ser uma forma de ajuda-lo a entender que o ato errado teve consequência. Só fiquem atentos à reação de seu filho: para alguns, ficar sem o objeto funciona. Para outros, o que resolve é ser impedido de ir a algum lugar que gosta.

       

      • MÃO NA MASSA

      Seu filho fez uma bagunça o que fazer? Nada mais justo que ele ajude na arrumação e limpeza. Explique por que aquilo é errado e diga que só poderá voltar a brincar depois  de participar da organização de tudo .Assim, ele entenderá como é trabalhoso, demorado e cansativo o “pós bagunça”, e pensará melhor antes de fazer a próxima confusão.

       

      • TODOS EM SINTONIA

      As pessoas são naturalmente diferentes. O seu filho deve entender com clareza, as regras da casa, da rotina e da família. Para isso, os pais têm que passar por cima das diferenças e combinar, entre eles, o que se espera da criança, o que pode ser relevado e o que é inaceitável no comportamento.

       

      • TOM DE VOZ

      Agressões verbais, gritos, humilhações e opressão emocional não funcionam. Geram angustias e fazem com que a criança sinta mais raiva do que desejo de mudar a postura. O ideal é que os pais estejam tranquilos, em equilíbrio e com firmeza na hora de repreender a atitude do filho. Deve haver emoção na conversa, mas se os pais notam que a comunicação não está surtindo efeito, é válido buscar um psicólogo para encontrar uma maneira de dialogar com a criança.

       

      • PAPEL DA ESCOLA

      Nem só a família, nem só a escola, o trabalho de educação deve ser feito em conjunto. As escolas logo nos primeiros dias de aula, dentro dos grupos de alunos devem estabelecer junto com os alunos, as regras de convivência e de comportamento. A escola e a família deverão estabelecer uma parceria em que uma completará a outra, ou seja, a família será constituída as alegrias e os desejos e na escola o alicerce para a formação elaborada desta criança. A criança para aprender, precisa estar se sentindo bem, pois não há ensino que não se embase em uma atenção afetuosa, alegre, disponível e promotora da autonomia. O fato é que a escola nunca substituirá a carência deixada pela família e isso infelizmente refletirá no comportamento e no processo ensino/ aprendizagem da criança.

       

      GUIA PRÁTICO: O QUE NÃO FAZER NA HORA DE EDUCAR O SEU FILHO

      - gritar, falar de forma bruta e violenta;

      - usar tom de súplica, como “Filhinho, não faz assim, por favor”.

      - Passar mensagens ambíguas ou fazer ameaças vazias, como: “Se você não parar, você vai ver”.

      -“Terceirizar” a criação da criança, deixando toda a educação sob responsabilidade de um terceiro , como a babá, os avós ou a escola.

      - Evitar os extremos: ser muito liberal ou rígido demais não é bom. Busque sempre o equilíbrio;

      - Exagerar nas ordens: isso fará a criança querer burlar as regras.

      - Penalizar a criança com castigos frequentes e desproporcionar à ação e a idade dela;

      - Barganhar. Em vez de: “Se você comer salada eu dou chocolate”, prefira explicar o real motivo das coisas: “Você precisa comer as verduras para crescer e ter saúde”.

       

      Esperamos que este texto auxiliem vocês Pais a entender um pouco como pensam os seus filhos e como devemos agir em determinadas situações.

      Sem mais,

      Direção/ Coordenação

       

       
    • Desenvolvendo uma personalidade saudável

      Você gostaria que seu filho desenvolvesse uma personalidade saudável? Claro, todos querem e desejam isto. Portanto, Amem seus filhos!

       

      1.      Aceite seu filho como ele é

      2.      De segurança a ele

      3.      Ensine-o a controlar-se

      4.      Dê-lhe  uma boa orientação

      5.      Propicie que desenvolva independência

      6.      Ajude-o a respeitar a si mesmo e ao outro

      7.      Favoreça a autoestima

      8.      Apenas, ame-o!

       

      Ele vai perceber que é amado, pois sente em seu coração e sabe que é querido pelas palavras, pela expressão do rosto, pelo tom de voz e pelo modo de agir dos pais.

      Que é aceito pelo que é, pela sua própria individualidade sem ser comparado a esta ou aquela criança.

      Que está seguro, pois as suas dúvidas são respondidas com firmeza, carinho e com verdade, que quando está seguro pode se locomover  e sair de casa tranquilamente, pois superproteção cria dependência em excesso.

      Que limites são bons desde pequenos, pois aprendem que tem coisas que não se podem fazer, e aprendendo a lidar com “NÃOS” lidam melhor com frustração.

      Que deve ser orientado que é uma criança e deve agir como tal, pois, está aprendendo, dentro do seu ritmo, da sua  capacidade de entendimento e que aos poucos vai conseguir.

      Que deve crescer com independência e para isso é importante que o deixe tentar. Tentar dobrar uma roupa, a guardá-la, a guardar seus brinquedos, a limpar uma poeira, a forrar uma mesa, sem esperar que acerte logo de inicio, mas que termine o que começou.

      Que compreenda a necessidade dos outros, que entenda que as pessoas são diferentes e agem de maneira diferente uma das outras.

      Que ele possa acreditar em si mesmo, de que é capaz de que consegue fazer as coisas com calma e que é o único, não existe uma outra pessoa igual a ele. Que ele se compare somente a ele mesmo.

      Enfim, receitas prontas, regras, tudo é muito lindo na teoria; o que vale é o que o seu coração sente e diz ao pensar em promover no seu filho um desenvolvimento saudável.

      Leve sempre em conta que o mais importante para este desenvolvimento é o vinculo que vocês pais, estabelecem com eles. Vínculos calcados nos mais puros e verdadeiros sentimentos como justiça, companheirismo, aceitação, respeito, confiança, carinho e acima de tudo amor, muito amor!

       

      Pais lembrem-se que vocês são mestres...os mestres mais importantes que seus filhos podem ter.

       
    • Desfralde e Retirada da Chupeta

      TEXTO INFORMATIVO: DESFRALDE E RETIRADA DA CHUPETA

      Quando os pequenos passam a freqüentar a escola, a família se surpreende com a capacidade da criança em aprender a falar melhor, conhecer mais brincadeiras, cantar e se comportar diferente. Porém, mesmo participando da convivência coletiva, algumas crianças relutam em usar banheiro, abandonar a chupeta ou algum objeto de transição. Neste caso, se não houver parceria entre escola e família, o avanço fica mais demorado e difícil.

      Os motivos pela resistência em deixar as fraldas ou chupetas, são muitos, alguns pais acham que seus filhos são muito pequenos para terem autonomia, ou por não resistirem aos choros dos pequenos quando tentam convencê-los de abandonarem tais hábitos.

      A escola deve ajudar as famílias a pensar sobre a importância de a criança conquistar gradualmente sua autonomia e oferecer ferramentas para serem trabalhadas em conjunto com os pais. Um exemplo é combinar de deixar a criança sem fralda durante mais tempo, convidá-lo a ir ao banheiro várias vezes e explicar que o uso da chupeta é só na hora de dormir.

      O alinhamento entre escola e família é muito importante para o progresso da criança, sendo que ela deve sempre ser comunicada da capacidade em conseguir deixar as fraldas ou a chupeta e ser incentivada de uma maneira tranqüila e sem pressão.

      Os pais e a escola devem estar atentos, pois se a criança estiver passando por alguma situação diferente, como chegada de um irmão, ou processo de adaptação, nestes casos o desfralde e o abandono de objetos de transição ou chupetas devem ser tratados com mais cuidado e paciência.

      Segue abaixo algumas dicas aos pais e /ou responsáveis por crianças que utilizam chupetas e se negam a abandoná-las:

      1. Reduza o tempo em que utiliza a chupeta, dando intervalo;
      2. Caso a criança tenha o hábito de manter presa na roupa, elimine imediatamente;
      3. Busque substituir a chupeta por um objeto que ela goste;
      4. Elimine o hábito de substituir a chupeta velha pela nova, pois segundo especialistas a criança tende a perder o hábito por perder o gosto característico de tal objeto.
      5. Faça uma combinação com a criança estabelecendo uma data ou hora para tirar a chupeta de forma que não voltem atrás após ter feito o combinado, pois caso volte atrás a criança não irá entender sempre que devolver.

      O uso prolongado da chupeta traz conseqüências, em alguns casos, por toda a vida. Por exemplo:

      • Respiração oral, resultado em sono agitado, alteração de postura, ronco;
      • Alteração na arcada dentária, provocando mordida aberta ou cruzada;
      • Dificuldade em deglutir, mastigar e falar;
      • Apresenta face desarmônica, devido à alteração da dentição, bem como a flacidez da bochecha, lábios e língua, entre outros.

       

      Referência Bibliográfica: Brasil Escola              

       
    • Dicas de alimentação

      A criança que passa a freqüentar a escola seja em período escolar, intermediário ou integral, necessita sem dúvida alguma ser alimentada. Mas além desta necessidade biológica, temos a preocupação de que o momento a alimentação proporcione também prazer e aprendizado, pois faz parte da nossa proposta educativa.

      É importante entender que a concepção de alimentação engloba três aspectos: o biológico, o emocional e o cultural e aqui ela tem caráter coletivo (opcional, mas seguindo o cardápio escolar elaborado por uma nutricionista). Essa concepção se traduz em nosso trabalho de realizar as ações que garantam estas necessidades.

      Esta instituição procura garantir que a alimentação seja um momento de conhecimento, prazer pela ingestão de alimentos, atrativa quanto ao aspecto, textura, coloração, aroma e sabor, assim como satisfação pela saciedade da fome e das necessidades psicológicas e orgânicas (contato físico, afetivo e social com o grupo de crianças e educadores no momento da refeição).

      Veja aqui mais informações sobre o assunto:
      - Pirâmide alimentar
      - Adaptação alimentar
      - Atitude dos pais é decisiva
      - Anemia e obesidade
       
    • Impor Limites

      Texto Informativo: Saiba como impor limites na educação infantil

      Para muitos pais e professores, é difícil impor limites na educação infantil. Na infância, as crianças mostram-se mais rebeldes ao lidar com regras e essa é a fase em que as famosas “birras” são mais frequentes. Porém é possível ensinar quais são os limites e as normas de convivência na casa e na escola.

      O que são limites na educação infantil?

      Falar em limites na educação infantil é fazer referencia de certos padrões e regras que os pais devem ensinar para os filhos. É preciso deixar claro aos pequenos que eles simplesmente não podem fazer o que quiserem, ou seja, que há regras.

      É necessário esclarecer, para não criar confusão, que esses limites muitas vezes alteram-se de um ambiente para outro. Adultos precisam controlar as emoções na hora de impor limites para as crianças.

      Segundo informações do portal da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional (SBIE), os limites são importantes para a base da socialização, da aprendizagem e do autocontrole, tanto, tanto emocional quanto comportamental.”

      Além disso, ajudam a criança a se estruturar em seu ambiente. A maioria das crianças deseja agradar os adultos, mas às vezes não sabem o que é esperado delas. Quando os limites são consistentes, elas saberão exatamente o que se espera ao invés de adivinhar o que deviam fazer.

      Dicas para impor limites na educação infantil

      1. Seja Objetivo

      Muitos pais, ao educarem ou imporem limites na educação infantil, usam expressões como: “seja bonzinho” - expressão que nada significa para as crianças. Elas precisam que lhes seja indicado o tipo exato de comportamento que se espera delas.

      Em outras palavras, um limite específico, com frases curtas e precisas, tais como “você deve segurar a minha mão ao atravessarmos a rua” ou “você precisa comer agora e brincar depois”.

       2. Tenha Firmeza

       Ao impor limites para uma criança, é necessário falar com certo tom de voz, sem gritar, e com um olhar sério. Quando você define limites de maneira suave, isso indica a criança que ela tem a livre escolha de obedecê-los ou não.

        3. Dê algumas opções

       Com crianças mais resistentes aos limites, é possível uma abordagem que lhe dê opções. Por exemplo, se é a hora de comer, você pode informar isso a criança e, na sequência, questioná-la se ela prefere comer no prato azul ou verde. Desse modo ela se sentirá no controle da situação, reduzirá a resistência e obedecerá a ordem sem problema.

        4. Use a positividade

      Toda a criança e mais receptiva quando recebe uma ordem sem repressão. É melhor dizer a uma criança o que fazer, antes de dizer o que ela não deve fazer.

      5. Explique o motivo

       Quando a criança não entende uma regra, é provável que não irá obedecer. A melhor forma de aplicar limites na educação infantil é explicar o motivo pelo qual o pequeno deve obedecer. É desnecessária uma longa explicação, basta dizer o motivo de determinado comportamento ser errado.

      6. Controle suas emoções

      Pais que tentam impor limites quando estão zangados são mais propensos a ser verbalmente e/ou fisicamente abusivos com os filhos. Por isso, antes de impor limites na educação infantil ou em qualquer faixa etária, respire fundo e analise a situação com calma antes de agir.

      Deste modo FAMÍLIA/ESCOLA em parceria saberemos impor os limites na mesma sintonia. Para que possamos obter resultados positivos.

       

      Agradecemos a Leitura

      Equipe Bello Bambino

       

       
    • Mordidas

      AS TEMIDAS MORDIDAS

       

      Nesta fase de vida as mordidas são esperadas, pois, a criança além de não se expressar ainda, verbalmente, a boca é a primeira interação com o mundo. Com ela, faz incríveis descobertas! 

      Existem vários motivos para que a criança, nesta primeira infância, morda. A mordida faz parte dos mecanismos de defesa mais primitivos do homem e as crianças desde o nascimento costumam sugar, chupar, mastigar, morder, levando tudo o que encontram à boca. È comum vermos uma criança mordendo brinquedos, sapatos e até pessoas que fazem parte do seu mundo.

      Esta fase então, é conhecida como fase oral e é nela que as crianças buscam novas sensações, entendendo melhor o mundo em que vivem, tendo consciência de seu corpo, do outro e dos limites. Como não conseguem comunicar-se verbalmente, pois ainda não aprenderam falar direito é bem comum darem mordidas, expressando assim, suas necessidades, suas insatisfações, seus descontentamentos, suas vontades, precisam extravasar suas ansiedades e suas angustias, enfim, seus sentimentos, que muitas vezes, ainda não estão totalmente claros. Mordem por não se expressarem claramente, sem um repertório eficiente para sua comunicação.

      Muitas vezes, as crianças mordem como uma maneira de chamar a atenção dos pais, pois podem estar atravessando um momento de “turbulência” em sua casa. Seus pais podem estar brigando, em fase de separação, a mamãe pode estar grávida, um maninho pode ter acabado de chegar, a dinâmica da casa pode estar revirada, casa nova, uma visita interferindo na rotina diária e até atitudes dos pais e dos vovós que brincam de morder a barriguinha ou alguma gordurinha da criança. Aí, a criança tende a repetir e imitar exatamente este comportamento sem ter o controle do seu físico e o irmão ou o amigo são os primeiros alvos...

      Outro fator é quando a criança sentindo-se contrariada avança e “nhoc”, morde quem lhe disse um não.

      Às vezes, esta fase de mordidas coincide com a entrada da criança na escola, na qual, tem que compartilhar a atenção da professora, dividir e disputar brinquedos com os amiguinhos, a separação não consciente da mamãe, o ciúme da professora com a achegada do amigo novo... Tanto na escola como em casa, a criança que tinha atenção só para ela e tinha todos os seus desejos atendidos prontamente, acaba sentindo-se frustrada, angustiada, preterida, etc. e sua maneira de enfrentar esta situação é distribuir mordidas no braço, na mão, no rosto, nas costas do irmão ou do amiguinho ou também chutes, beliscões, tapas, arranhões, puxões de cabelos...

      Nós, então, necessitamos trabalhar em conjunto, numa mesma sintonia, seguindo atitudes próximas, sermos firmes, mostrarmos o ferimento de quem foi mordido, explicando-lhe que ele machucou o amigo, que ele tem dor, que ficou triste, tentar descobrir o que pode estar desencadeando esta situação e aí encontrarmos estratégias para minimizar tal atitude. Sempre ao falar com a criança que mordeu, abaixe na sua altura, olhe em seus olhos, converse sem gritar, mas com firmeza e seriamente, mostrando-lhe que existem outras formas de se expressar, inclusive, estimulando-o a pedir desculpas.

      Ao percebermos que esta atitude continua repetindo-se, conversamos carinhosamente, colocamos a criança junto a nós, acalmando-a, pedindo que respire, relaxe longe das brincadeiras durante alguns minutos, tempo suficiente para que perceba que ficamos descontentes.     Com o tempo, tendo maior controle verbal, ela tende a trocar as mordidas pelas palavras, conversando mais do que agindo com seu corpo físico. E raramente, após os 3 anos, ela continuará mordendo, pois aprendeu a comunicar-se da melhor maneira possível.

      É importante sabermos agir diante de tal fato, com coerência, discernimento, paciência e carinho. Isto é uma fase e vai passar! Sabemos inclusive, como é terrível receber a noticia de que seu filho foi mordido... e para nós, muito triste, termos de dar-lhes esta noticia. Não gostaríamos jamais que isso acontecesse, mas, às vezes, é inevitável, tudo acontece rápida e instintivamente... um bracinho apoiado em cima de um brinquedo pode ser um “alvo” para esta criança.

      Portanto, cuidado com as palavras, como “mordedoras”, “roedoras”, “animais”, etc. cuidado com “tirar satisfação” com os pais de quem mordeu, pois nada adiantará. Pense que um dia seu filho pode ser esta criança que morde!!!

      Os pais da criança que morde já estão profundamente constrangidos, arrasados, chateados, preocupados, sem saberem como agir e tristes ao perceberem que seu filho está sendo “isolado”, “deixado de lado”, “preterido” ou até mesmo “rotulado”. Então, vamos tentar juntos, com carinho e atenção especial ajudar nossos pequenos, nesta fase tão delicada. A conversa franca, o amor incondicional, a entrega com qualidade, o infinito lúdico proporcionarão que esta criança sinta-se tão AMADA, QUERIDA, ACALENTADA, PRETERIDA que logo está fase desaparecerá.

       
    • Regrinhas

      REGRINHAS DESDE O NASCIMENTO

       

      Nossos pequenos precisam aprender a ter limites, principalmente, porque estabelecer "regras e fazer a criança conviver com elas é fundamental para a formação de adultos equilibrados e seguro”.

      Dizer não quando necessário é uma forma de mostrar às crianças que nem tudo é possível. E, que a vida é assim, cheia de "nãos" pela frente. Dessa forma vão aprendendo a lidar com as frustrações à medida que percebem que o mundo não foi feito para atender somente seus desejos. Caso contrário, achará que tudo é permitido e quando mais tarde se deparar com um "não" ou usará de força ou de grito ou se desmanchará em lágrimas, tornando-se — "chantagem emocional".

      Impor limites é uma maneira de dar segurança e mostrar que você se importa com ela.

      Dizer: "não pode", "agora não", "espere um pouco" é uma maneira de criar crianças mais inteligentes.

      Uma criança sem limites não desenvolve bem sua capacidade de raciocínio lógico. Seu pensamento fica um pouco caótico. Ela pode até ter um potencial, mas sem disciplina, seu raciocínio fica esparso e traz poucos resultados.

      Devemos estabelecer regras claras para ajudá-las a lidar com as frustrações.

      A colocação de limites é um aprendizado para os pais, porque muitas vezes, batemos de frente com nossas próprias dificuldades em relação aos limites. Portanto, fiquemos atentos aos requisitos básicos : PACIÊNCIA — repetir várias vezes até que a criança compreenda a regra. CALMA — mantê-la sempre. Gritos não adiantam pois são o caminho mais curto para se perder a credibilidade. E palmadas, cuidado. CONSISTÊNCIA e COERÊNCIA — as crianças aprendem com o exemplo mais do que as palavras. A regra deve valer para hoje, amanhã e sempre, independente do estado de humor dos pais. PUNIÇÃO — que tenhamos senso de justiça. Caso seja imposto algum tipo de "castigo", este deve ser proporcional ao tamanho da "arte" e da idade.

       

      LEMBRETE : as crianças são rebeldes porque essa característica é inerente à personalidade infantil e a idade é o fator decisivo. Até um ano é impossível querer usar de disciplina para fazer com que se comportem com educação. Como querer que deixem de puxar os cabelos do irmão mais velho? É por volta dos 3 anos que começam a desenvolver a consciência do que é certo e errado. Vamos continuar insistindo e estabelecendo limites, pois eles não nascem bons ou maus, santo ou assassino.. .o que eles fazem é ir invadindo o limite do outro e sem encontrar resistência, seguir no movimento de ocupação do espaço até que se tornam inconvenientes. Nós pais temos grande responsabilidade nesse processo, e uma forma de brecar um comportamento impróprio é impor disciplina, ter paciência, assumir atitudes firmes, repetir falas, prometeu cumpra, tire algo de que a criança goste, e alternativas que o seu coração assim o disser.

                                         

                                                      Equipe Bello Bambino

       
    • Texto informativo sobre lição de casa

      TEXTO INFORMATIVO: LIÇÃO DE CASA   

      A Lição de Casa é uma prática instalada na rotina escolar e, com pequenas diferenças, acontece na grande maioria das escolas, sejam quais forem as suas concepções de ensino e aprendizagem. No entanto, a Lição de Casa também tem sido objeto de preocupação e desconforto, por parte de todos os envolvidos: professores, pais e alunos. Considerando o quanto o dever de casa é parte do processo escolar, é curioso o quanto incomoda.

      Para os professores, é um trabalho diário de planejar e preparar tarefas adequadas e pertinentes aos conteúdos tratados em sala de aula, possíveis de serem realizadas sozinhas pelo aluno. Depois, ainda merece a atenção do professor no que diz respeito à correção, à devolutiva que é feita ao aluno, às revisões necessárias, aos alunos que apresentam dificuldades em realizá-la ou que não fazem a lição de casa, por diferentes motivos. E, este trabalho, na maioria das vezes, não revela a riqueza e a criatividade das situações vivenciadas em sala de aula, das metodologias utilizadas, restringindo-se a atividades mecânicas e de fixação de conteúdos, comprometendo, inclusive, o entendimento do Projeto Pedagógico da Escola, por parte dos pais.

      Para estes, que têm como referência principal o seu próprio filho, a Lição de Casa recebe avaliação controversa: para alguns, é muita tarefa e não sobra tempo para outras atividades; para outros, é pouca tarefa, que é realizada em dez minutos e a criança não adquire hábitos de estudo. Para alguns pais, ainda, a lição de casa não tem a qualidade desejada, seja porque é fácil demais, sem desafios ao aluno, ou porque a criança não consegue fazê-la sozinha, necessitando de ajuda, o que nem sempre é possível, pela falta de tempo ou mesmo pela dificuldade dos pais compreenderem as novas metodologias de ensino, diferentes do seu tempo de escola.

      Para os alunos, a Lição de Casa, muitas vezes, também gera desconforto. Há alunos que apresentam uma necessidade de corresponder à idéia de que só serão aceitos pela professora, se suas lições estiverem completas, corretas e perfeitas. Isto causa ansiedade e sofrimento. Há alunos que não se permitem errar e, portanto, não se permitem tentar, ousar, levantar hipóteses, pensar e fazer conforme aquilo que pensou. São alunos que precisam da certeza de que sua resposta é aquela que, supostamente, a professora está esperando. Sabemos que há alunos que fazem da lição de casa um pretexto para ter a presença e atenção dos pais, apresentando uma suposta falta de autonomia, já que em sala de aula realizam, sozinhos, atividades semelhantes. Temos também, alunos que apresentam dificuldade com a organização de sua rotina diária e esquecem de fazer ou de trazer a lição. Isto para alguns é bastante perturbador e, portanto, ocorre esporadicamente. Para outros, ocorre com freqüência e precisam de intervenções constantes, pois aparentam não se incomodar com a situação. Há, ainda, alunos que não se interessam pelas atividades de Lição de Casa, vão deixando para mais tarde, e acabam sem tempo para fazê-la ou fazendo sem qualidade.

      PARA QUE SERVE A LIÇÃO DE CASA?

      A Lição de Casa é uma oportunidade de autoconhecimento e reflexão é aquela que propõe ao aluno, de forma orientada, uma análise de sua aprendizagem diante de um determinado conteúdo, seja ele um conceito, um procedimento ou uma atitude. Propor ao aluno que reflita sobre estas questões e expresse seus sentimentos e sua percepção de como avalia seu processo de aprendizagem, poderá ser um instrumento mais eficaz de aprendizagem e favorecer a sua participação e não simples exercícios de repetição.

      QUAL É A QUANTIDADE DE LIÇÃO DE CASA?

      Não chegaremos a um consenso quanto à quantidade, visto que a sua adequação depende de alguns fatores que variam muito de uma criança para outra, como: rotina diária da casa; horário de levantar, dormir; solicitação de amigos e vizinhos para brincar; atividades esportivas e culturais; supervisão de adultos na organização da rotina; motivação para o estudo; autonomia para o trabalho, enfim, fatores que interferem na quantidade de tempo que a criança dispõe para realizar a tarefa de casa e na qualidade com que as realiza.

      Neste sentido, o ajuste necessário em relação à quantidade de Lição de Casa poderá ser feito a partir do conhecimento que o professor tem das competências de sua turma e de cada aluno em particular; do trabalho que realiza em sala de aula, no sentido de obter dos alunos dados sobre as condições em que realizam a Lição de Casa, sobre as dificuldades e facilidades encontradas; e da constante comunicação entre os pais e a escola sobre o desempenho da criança ao fazer as tarefas de casa.

      O ALUNO QUE NÃO FAZ A LIÇÃO DE CASA

      Não podemos estabelecer condutas generalizadas diante do fato de alunos que não fazem a Lição de Casa. Cada caso deverá ser analisado pelo professor juntamente com a coordenação e, a partir desta análise, as condutas deverão ser estabelecidas e acordadas entre a Escola, a família e a criança.

      A responsabilidade com a Lição de Casa é uma atitude a ser desenvolvida no aluno. No entanto, nem o descaso com a tarefa nem a excessiva preocupação deve estar presentes. O professor deverá cuidar e agir coerentemente, para que o aluno perceba a diferença entre não fazer a lição ou parte dela, porque tentou, mas não conseguiu, trazendo assim as suas dúvidas para a sala de aula, e não trazer a lição por motivos que demonstram descompromisso.

      A LIÇÃO DE CASA E A FAMÍLIA

      A pergunta mais freqüente dos pais é se devem ajudar na Lição de Casa e, se sim, como devem fazê-lo. Não há uma resposta absoluta para esta questão, pois depende de vários fatores.

      Em primeiro lugar, vamos considerar que a relação que o aluno estabelece com o conhecimento depende, em grande parte, da relação que os adultos, com os quais convive, têm com o conhecimento. Desta forma, compartilhar na família, experiências de conhecimentos trará contribuições importantes para o desenvolvimento intelectual de todos.

      Adultos que compartilham com a criança a leitura de um livro, comentam informações de jornais ou revistas, expõem idéias sobre um tema de interesse, conversam sobre idéias e sentimentos acerca de um filme, por exemplo, sem dúvida, fazem toda a diferença no seu desenvolvimento. Com a Lição de Casa e com qualquer outra atividade escolar, não será diferente. Adultos que se interessam por aquilo que a criança está aprendendo na escola, comentando o que sabem a respeito, disponibilizando fontes de informações, trarão contribuições importantes no desempenho escolar do aluno.

      No entanto, interessar-se não significa assumir para si a obrigação de ensinar à criança, conceitos e procedimentos que são da competência da escola. Os adultos não estão proibidos de compartilhar o conhecimento trabalhado na escola com as crianças, mas também não devem se sentir obrigado a fazê-lo.

      Quando a criança solicita muita ajuda para realizar a tarefa de casa, os pais devem comunicar a escola para que os motivos sejam analisados. A experiência tem mostrado que, na maioria das vezes, a criança pede ajuda porque tem medo de errar e não suporta a idéia de expor isto ao professor e aos colegas de classe. Ainda não consegue perceber que a tarefa será valorizada pela sua disponibilidade de pensar e buscar soluções com autonomia e não só por apresentar respostas corretas.

      A análise desta situação inclui tanto a percepção das práticas e atitudes dos professores e colegas diante do erro ou hipótese da criança, como a percepção dos sentimentos da criança em relação à sua auto-exigência, ou, às vezes, à exigência da família quanto ao desempenho da criança.

      A comunicação entre a família e escola é a melhor opção para as dúvidas e dificuldades relacionadas à Lição de Casa, pois cada situação envolve soluções diferenciadas. Há crianças, por exemplo, que a própria escola sugere o acompanhamento de um especialista para a realização da tarefa de casa. Outras, a escola pede para que os pais não interfiram, pois poderão confundir a criança, como é o caso, por exemplo, quando adultos fazem intervenções na escrita da criança quando ela ainda não está alfabética, ou quando tentam ensinar o algoritmo de uma operação quando ela ainda não possui o seu conceito.

      Em relação, ainda, à participação dos pais nas tarefas de casa, a orientação da Escola é que não façam pela criança aquilo que ela tem condições de realizar sozinha, mesmo que o produto não corresponda à expectativa dos adultos.

      A Lição de Casa deverá permitir ao aluno desenvolver a sua autonomia para aprender. Os adultos contribuirão para isto, na medida em que deixarem as crianças experimentarem aquilo que conseguem fazer sozinhas, e só então, receberem a ajuda necessária.

      Com relação à família, ainda, a escola deverá cuidar para que não haja excesso de solicitação. Eventualmente, os pais e parentes podem ser fonte de dados, emitindo opiniões, dando depoimentos, fazendo comentários à respeito de um tema que está sendo trabalhado em classe, porém, isto não deverá ocorrer com freqüência, pois sabemos que nem todos têm a mesma disponibilidade de tempo, podendo trazer constrangimento ao aluno.

      Eliane Palermo Romano

       
    • Texto sobre nutrição

       Informativo de Nutrição - MARÇO 2018

       

      As crianças tomam sol diariamente, saibam por quê?

      A Vitamina D (calciferol) é fabricada em nosso próprio organismo. Criança que nunca toma banho de sol fica carente, raquítica, não consegue dormir, fica nervosa, pode ficar míope, tem diarréia, têm ossos fracos, o metabolismo é deficiente para as outras vitaminas.  A principal função da vitamina D é aumentar a absorção intestinal de cálcio e fósforo e facilitar que eles sejam depositados nos ossos, fortalecendo o esqueleto.

      A falta de vitamina D provoca uma calcificação óssea deficiente que pode resultar na criança, em pernas arqueadas, esterno projetado para frente, deformação dos ossos da bacia, porque o esqueleto mal calcificado, não pode sustentar o peso do corpo: é o raquitismo.

      O excesso de vitamina D tem outro efeito, que é à saída de cálcio dos ossos e a sua eliminação pelos rins podendo provocar a formação de cálculos renais.

      A principal fonte de vitamina D é a exposição diária à luz ao Sol, pelo menos 15 minutos. É ele que estimula a síntese da vitamina no organismo. Alguns alimentos também  (leite integral, peixes) são fontes, mas em quantidades insuficientes para alcançar as metas.

       

       

      Paula V.Kutxfara

      Nutricionista CRN 3.11.740

       

       
    • Texto sobre nutrição Maio

      Informativo de Nutrição -MAIO 2018 - Bello Bambino

      Alergia e Intolerância alimentar

      Hoje em dia, ouvimos cada vez mais dizer sobre alergia e intolerância alimentar. Você conhece a diferença?

      Alergia. É uma reação de defesa do organismo a um alimento que o corpo não reconhece, e que pode provocar reações sérias e até fatais. Na alergia há uma resposta imunológica imediata,  isto é, o organismo cria anticorpos como se o alimento fosse um agente agressor e por isso, os sintomas são generalizados. Ex: na pele costuma aparecer  inflamações simples,  como vermelhidão, coceiras, mas também acontece e em outros órgãos, como problemas gastrointestinais (diarréia, refluxo e até problemas respiratórios, chegando ao fechamento da glote. Cerca de 80% destas reações são desencadeadas por leite, ovo, soja, trigo, amendoim, castanhas, crustáceos e peixes.

      Intolerância¿O organismo da pessoa por falta de uma enzima, não consegue absorver de forma natural certo tipo de alimento. É uma espécie de defeito no organismo que faz com que o corpo não consiga digerir ou metabolizar um alimento ou substância. A reação geralmente é mais lenta e menos violenta, podendo ser um simples desconforto. O mais comum é o leite. Duas em cada três pessoas no mundo não produzem a lactase, enzima que digere o leite. Uma pessoa pode ser pouco ou muito intolerante a um produto. A reação é sempre a mesma e depende também da quantidade ingerida, quanto maior; pior a reação. As alergias são mais comuns na infância, enquanto que a intolerância geralmente se manifesta em crianças  maiores e adultos.

      Paula V. Kutxfara

      CRN3. 11.740